o mar do poeta

o mar do poeta

o mar do poeta

o mar do poeta

quarta-feira, abril 6

TEMPLO THEP SATHIT KITTI CHALERM - ANG-SILA



























 



Era dia de finados chinês e muitos eram os fiéis que se encontravam no templo orando, este tinha uma particularidade, os fiéis tinham que orar, seguindo o número das imagens que ia do 1 ao 15.


Dali seguimos para a povoação de Ang-Sila que ficava mesmo defronte, e percorrendo a esterita rua, ficámos a saber o porquê do nome.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES - BANGSAEN


Na manhã do dia 5 bem cedo se levantou o articulista, que depois de uma relaxante banho foi tomar o seu pequeno almoço, ficando depois a aguardar que a restante família o fizesse.
Eram cerca das 10.30 horas quando deixámos o hotel para irmos visitar a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes.


Ao circurlarmos por esta via tivémos que parar a viatura, a minha esposa, sempre cuidadosa, tinha avistado uma cobra que atravessava a via, abriu a janela da viatura e lhe pediu para que ela, cobra, atravessa-se a estrada em segurança, só depois de ela ter entrado no revaldo, minha esposa então prosseguiu a viagem.



Eu fiquei arrepiado pois detesto cobras, mas esta, segundo explicação de minha sogra, não era venenosa, se o fosse a sua calda apresentava uma cor acastanhada, esta era totalmente verde.



O articulista junto à placa da igreja, e bem me recordei de minha esposa Lourdes que é uma santa.



O articulista junto à imagem de Nossa Senhora de Lourdes



Estando a porta da igreja aberta, o articulista entrou, estava vazia, mas ali ficou uns minutos orando.
Como se pode ver pela foto o interior da igreja é bem simples, mas pelo que foi dado a ver, e pelos livros ali expostos, esta singela igreja tinha muitos fiéis.

Ao fundo do enorme e belo jardim encontra-se uma escola, cujos professores são madres da Ordem Franciscana.



Dali saimos seguindo para a povoação de Ang-Sila



Passando pela rotunda junto à praia dissemos adeus a Bangsaen, ficando com vontade de lá voltar de novo, mas na próxima vez, para uma estada maior.



PASSEIO PELAS REDONDEZAS - WAT LUK SAM PO


Saídos do templo chinês, cujo nome fiqquei por saber, seguimos viagem até Ang-Sila, mas fizemos um pequeno desvio ao avistar-mos um enorme templo em forma de navio e para lá nos deslocamos.




A placa indicativa do templo, onde diz ser um local de meditação budista.


O templo estava fechado pelo que não deu para verificarmos o seu interior, fica localizado junto ao mar, e o mais típico é que o casario a volta do mesmo é constituído por pequenas casas em forma de barco

A história deste templo chinês, em forma de barco, denominado Luk Sam Po, foi construído como memorial das vítimas da catástrofe que ocorreu quando um navio que transportava imigrantes chineses se afundou junto à costa, devido a uma forte tempestade.

O único sobrevivente não só construiu o templo, mas também fundou uma ordem religiosa com regras muito rígidas - o que provavelmente explica a sua falha  para atrair monges novatos.

Agrupados em torno do pagode central encontram-se "cabines do navio" algumas, pequenas casas que continuam a ser ocupados por um ou dois monges e monjas.






Todas elas numeradas e habitadas



Uma dessas casas, ali por perto encontravam-se alguns jovens bricando, tendo um deles regressado a casa, e era uma destas, bem original.





Todas as casas tinham uma placa com o número da porta e por baixo uma escrita chinesa, tal como a foto representa.


O articulista junto a um relicário em forma de barco




Uma senhora de certa idade, de origem chinesa, após ter orado junto a um relicário postado entre as árvores, deu início a uma sessáo de ginástica.



Paramos a viatura junto de uma loja de conveniência, 7 Eleven, onde o articulista foi beber um café, defronte ficava um enore e vistoso templo chinês, não entrámos devido aos portões se encontrarem já encerrados, deixamos pois a visita para o dia seguinte.

Ainda vimos imensos restaurantes chujos empregados no chamavam para parcar a viatura e ali tomar uma refeição, mas ainda estavamos cheios do almoço.
Nas bermas da estrada havia muitas bancas vendendo ostras e material fabricado com granito.
Tencionamos parcar junto a um enorme mercado de mariscos secos, mas por pedirem 20 baths para ali parcamos por momentos, demos meia volta e regressamos a Bangsaen.


Junto à estrada o articulista avistou este enorme placar, bem giro, fazendo propaganda a nova zona urbanística, mas cá na Terra, não não Lua, como diz o anúncio, CASA LUNAR, PARADISO.

Ao entramos em Bangsaen a minha companheira quis ir ver uma zona, por onde já tínhamos passado, e ali demos com algo de belo e de exótico



Veja-se a estrura deste edíficio que no topo do mesmo tem o formado de uma navio.





A maré está a encher e as ondas ultrapassavam o paredão


O articulista junto ao pedestral de Laem Thaen (แหลมแท่น) sito na área da praia de  Bang Saen  perto de Khao Sam Muk. É o local onde se forma um cabo junto ao mar, onde se encontram, alguns pavilhões onde se pode relaxar, nas proximidades existem alguns restaurantes mariqueiras.
A escultura é linda apresentando dois delfins.






Muitas eram as pessoas que por ali se encontravam, naquele enorme parque, vendo o por do sol.

Dali saimos seguindo para o complexo comercial Laemthong, onde fizémos algumas compras que levámos para o hotel, e na varanda do quarto, com vista para o jardim e piscina tomámos a refeição do jantar.
Durante o trajecto, na avenida principal, o articulista verificou ali haver uma igreja católica com o nome de Nossa Senhora de Lourdes, marcou o local e no dia seguinte seria uma visita a efectuar.



A noite se passou tranquilamente, e bem cedo o articulista se levantou indo ao restaurante do hotel tomar o seu pequeno almoço.

TEMPLO META





Deusa chinesa Ah Ma


O Buda sorridente






















Deste mosteiro seguimos até Ang-Sila, mas antes passando por um local bastante exótico, cujas casas são em forma de um pequeno barco, encontrando-se defronte um enorme mosteiro em forma de navio, em cujo artigo seguinte será descriminado.

KHAO SAM MUK - MONTE DOS MACACOS E DO AMOR


Depois de termos saído da praia, seguimos até Khao Sam Muk, um monte situado entre Ang Sila e Bang Saen na estrada que corre ao longo da praia de Khao Sam Muk, também conhecido como o monte dos macacos e de facto é uma pura realidade por lá abundam milhares de macacos.

O articulista já tinha sido avisado pelo amigo José Martins para ter cuidado em fechar bem as janelas da viatura, caso contrário poderá ter alguma surpresa menos feliz, o aviso foi acatado, percorremos o monte e tivemos a oportunidade de ver in loco, toda aquela macaca, tal como as fotos seguintes revelam.


Como estava calor, este dois se divertiam tomando banho.


Este macaco, aproveito a boleia e lá segui monte abaixo.

E como em todo o lado, existem os oportunistas e bancas de venda de bananas para dar aos amacacos é o que não faltam por lá.
.






Esta macaca, coitada lá andava com o filho às costas

Como se pode ver pelas fotos, havia macacos com fartura, várias pessoas iam lançando bananas e maçarocas de milho que eles ima recolhendo sem receio algum das viaturas, muitos até se penduravam nelas e lá seguiam.
Até nas casas dedicadas aos espíritos os macacos procuram comida.


O monte é igualmente famoso pela panorânica que do topo se pode disfrutar.




 Bem como pelo santuário, ChaoMae Khao Sam Muk, santuário esse erguido  para comemorar uma menina chinesa do século 18 que se jogou do penhasco depois que seus pais se terem  recusaram a dar a sua permissão para ela se casar com seu amante. A menina é agora considerada uma deusa.



Outra lenda diz que o monte é considerado "um amante" local do qual  um casal se lançou ao mar, suicidando-se  depois de terem  jurado amor eterno.


Ainda um outro conto popular diz que o santuário homenageia a memória de um pescador cuja  esposa o esperava no alto da colina, quando o marido que estava perdido no mar.



Muitos chino-tailandeses visitam o santuário onde vão orar e solicitar aos deuses boa sorte e prosperidades, bem como honrar os espíritos mágicos que dizem habitar naquele local.


Após termos passado pelo local, fomos visitar um templo budista, onde o articulista tirou algumas fotos, e mais não tirou devido à invasão de macacos,  que em artigo seguinte descreverei.