o mar do poeta

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sexta-feira, fevereiro 4

IDA AO CAMBODJA - FEVEREIRO 2011


Pela quarta vez o articulista se desloca ao Cambodja, desta vez, Fevereiro de 2011, pela segunda vez escolhei a Jack Total Golf, o ano transacto, 2010, igualmente em Fevereiro, me desloquei ao Cambodja, tendo ido visitar o famoso mosteiro Angor Wat, e permanecido em Siam Reap e Poi Pet, desta vez a deslocação foi somente a  Poi Pet, ali permanecer, 3 dias e duas noites, tratando esta companhia, de me providenciar tudo, visto de entrada no Cambodja, estadia com todas as refeições no Hotel Tropicana, e um visto turístico, para poder permanecer na Tailândia, por mais dois meses, o preço até foi razoável, apenas 5 000 Baths.

Poipet é uma cidade, se tal a poderemos assim classificar, localiza se no distrito de Ou Chorv, Provincia de Banteay Meanchey, no Cambodja. É um ponto chave entre o Cambodja e a Tailândia, e é extremamente popular entre os tailandeses, em virtude de possuir, numa zona especial, sete luxuosos casinos, é de assinalar que o jogo na Tailândia é ilegal.

Muitos são igualmente, os turistas que ali vão para renovarem o visto de permanência na Tailândia e outros fazem de Poi Pet o ponto de entrada para ir visitar Siam Reap.

Esta cidade, faz fronteira com a cidade tailandesa de Aranyaprathet.  



Eram quatro e trinta da manhã do dia 2 de Fevereiro, quando saímos de Bangkok, nesta confortável viatura.




Pelas 08.00 horas chegavamos à fonteira de Poi Pet.




O passaporte do articulista, com o visto de entrada no Cambodja, entrada e saída do país.


O Hotel Casino tropicana, onde o articulista e sua esposa ficaram hospedados, esta foi a segunda vez que o articulista ficou hospedado neste óptimo hotel.


À entrada do hotel a recepção se processa desta gentil maneira.


O cartão chave do quarto que n os foi destinado, o 2536, o ano transacto, o articulista ficou hospedado no quarto ao lado, 2538.



Placa indicatica dos números dos quatros, no piso onde o articulista ficou.










O quatro bem espaçoso bem como a cama como se pode ver pela foto. O saco vermelho, contendo quatro tangerinas, símbolo de sorte, nos foi ofertado na recepção do hotel.



O articulista noutra zona do quarto, e como se pode verificar, possuia televisão e frigorifico, uma secretaria, e alguns livros religiosos. A casa de banho era igualmente espaçosa, da varanda, do quarto andar que era um quinto, a vista que se podia disfrutar  essa era linda, podendo se comprar o luxo de um lado e a pobreza do outro.
Os cambodjanos estão proibidos de entrar na zonas dos casinos, a não ser aqueles, e são ainda alguns milhares, que estão autorizados, são os trabalhadores destas unidades hoteleiras..







Uma das vistas para a entrada do recinto do hotel Tropicana.


Outra vista, foto tirada da varanda do quarto onde ficou alojado o articulista.


A entrada no Cambodja, vista do quarto, se pode ver somente as torres, a porta essa o articulista a representa em  baixo aquando da sua saída do país.



Antes de ir tomar o pequeno almoço, o articulista, postou para a foto, junto deste grande painel, que mostra o famoso mosteiro de Angor Wat.


O talão que dava direito ao pequeno almoço.


O salão de jantar estava lindamente ornamentado, o que já não se pode dizer da comida.


A esposa do articulista na hora de jantar, comida europeia essa a não havia, e o articulista, teve que sujeitar a comer o que havia.


O salãode jantar funcionava quase 24 horas por dia, o articulista um dia almoçou e noutro dia jantou, os pequenos almoços esses sim, nunca dispensou, e aproveitava para encher bem a barriga.


Nesta foto, estava o articulista tomando o pequeno almoço.


Uma vista parcial do sala de jantar.


Algumas comidas.



Uma escultura bem auspiciosa.


Uma vista da zona da cidade de Poi Pet, na qual se pode ver a pobreza como aquele povo vive.


Outra vista da zona de Poi Pet.


Sala principal de jogo do hotel casino Tropicana. Todo o recinto de rés do chão estava repleto de
máquinas de jogo, e por mais estranho que pareça, até as crianças a elas tinha acesso. no Star Vegas International, o articulista viu uma senhora empurrando um carrinho de bebé, e este não estava dormindo, enfim não deu para compreender, visto que na parte exterior do casino hotel, o articulista foi proibido de tirar fotos.


O articulista, no salão de jantar, junto a uma imagem de um dragão dourado, com três cabeças.



Zona do rés do chão que dava acesso aos elevadores que davam  para os quartos. No Cambodja também se festeja o Ano Novo Lunar.
.


Um altar, usualmente usado pelos chineses, e como este casino é propriedade de um senhor de origem chinesa, mas tailandes de passaporte, não podia deixar de orar e agradecer aos deuses.



O articulista junto a um quadro que representa a porta de Preah Khan, que ao vivo visitou no dia 27 de Fevereiro de 2010, na cidade de Siam Reap


A esposa do articulista junto a um enome quadro, qu representa o Angor Wat


Parece que nos anos idos, no Cambodja, as senhoras andavam  assim vestidas.


O articulista, não perdeu pela demora e a primeira que apareceu, a abraçou!...



No salão de entrada, se pode ver esta figura o KUAN TAI, o protector dos polícias e dos malandros!...

Depois de 3 dias passados em Poi Pet, e tendo visitados alguns dos 7 casinos, foi tempos de fazer as malas e regressar à Tailândia, as placas essas falam por si.


O passaporte do articulista com um novo visto turístico, o que lhe permite ficar, legalmente, até dia 4 de Abril próximo.





Quando se deslocava para o autocarro, ainda pode tirar algumas fotos, onde se pode ver como as pessoas vivem.









Numa estação de serviço o autocarro onde o articulista seguia, se foi abastecer, e na bomba ao lado, chegava para igualmente se abastecer esta típica viatura, de alta tecnologia tailandesa.




Volvidos uns 20 minutos de a viatura ter saída da estaçáo de serviço, um dos pneus, traseiros rebentou, tendo o condutor do autocarro, seguido para uma estação ali próximo, onde mudou de pneu.



Este autocarro possue 10 rodas.


E enquando os mecaninos trocavm a roda o articulista foi a um café, ali ao lado, onde bebu uma boa e saborosa bica, espresso.


Por 30 baths até nem foi caro, a bica que bebeu o articulista.


Depois, volvida cerca de meia hora, entravamos na cidade de Bangkok




Logo a seguir a esta zona de portagem, o articulista e sua esposa, desceram do autocarro na zona do Rama IX e dali, de táxi seguiram para sua casa.



Graças a Deus e ao Buda, chegamos a casa, DOCE CASA.



A porta de entrada da casa do articulista, onde se pode ver, o símbolo do ano novo chinês, o Coelho, que ontem, dia 3 se iniciou.

Para já, por Bangkok irá ficando, mas atento e planeando uma nova viagem, esta por terras do reino do Sião.


Por sorte, e ao chegar a casa, ao ver as notícias, ficou a saber o articulista, que as tropas cambojanas abriram fogo contra as tropa tailandesas,e que, uma vez mais a tensão entre os dois países está ao rubro.


segunda-feira, janeiro 31

O REINO DO BUTÃO - anti-tabagismo




A bandeira nacional está dividida diagonalmente desde a esquina inferior esquerda até à esquina superior direita, formando assim dois triângulos. O superior amarelo e o inferior cor-de-laranja. Ao centro está um dragão branco olhando para o exterior da bandeira.

O dragão apresentado na bandeira, Druk o dragão do trono, representa o nome do Butão em tibetaniano, que é "A Terra do Dragão" (Druk Yul). O dragão possuí joias nas suas garras que representam a abundância. O amarelo por sua vez representa a monarquia secular e o laranja a religião budista.


O brasão de armas mantém vários elementos da bandeira do Butão, ligeiramente diferentes dos originais, e contém muito simbolismo budista. A designação oficial é: "O emblema nacional, contido num círculo, é composto por um duplo diamante-raio (dorji) colocado acima de um loto, encimado por uma joia e emoldurado por dois dragões. O raio representa a harmonia entre o poder secular e o poder religioso. hino nacional do Butão. Com música de Aku Tongmi e letra de Gyaldun Dasho Thinley Dorji, foi adoptado em 1953.Fonte - Pesquisa na enciclopédia livre

O lótus simboliza pureza, a joia manifesta o poder soberano, e os dois dragões, macho e fêmea, defendem o nome do país que proclama com a sua grande voz, o trovão".




O Butão (em butanês  Druk Yul, "Terra do Dragão") é um pequeno e fechado reino nos Himalaias, encravado entre a China, a norte e oeste, e a Índia, a leste e sul. A sua capital é Thimphu.

História

Mosteiro Taktshang (Ninho do tigre).

A tradição situa o início da sua história no século VII, quando o rei tibetano Songtsen Gampo construiu os primeiros templos budistas nos vales de Paro e de Bumthang. No século VIII, é introduzido o budismo tântrico pelo Guru Rimpoché, "O Mestre Precioso", considerado o segundo Buda na hierarquia tibetana e butanesa.

Os séculos IX e X são de grande turbulência política no Tibete e muitos aristocratas vieram instalar-se nos vales do Butão onde estabeleceram o seu poder feudal.

Nos séculos seguintes, a actividade religiosa começa a adquirir grande vulto e são fundadas várias seitas religiosas, dotadas de poder temporal por serem protegidas por facções da aristocracia.

No Butão estabeleceram-se dois ramos, embora antagônicos, da seita Kagyupa. A sua coexistência será interrompida pelo príncipe tibetano Ngawang Namgyel que, fugido do Tibete, no século XVII unifica o Butão com o apoio da seita Drukpa, tornando-se no primeiro Shabdrung do Butão, "aquele a cujos pés todos se prostram". Ele mandaria construir as mais importantes fortalezas do país que tinham como função suster as múltiplas invasões mongóis e tibetanas.

O relato da época foi feito por Estêvão Cacella, o primeiro europeu a entrar no Butão. Este missionário jesuíta português, que viajou através dos Himalaias em 1626, encontrou-se com o Shabdrung Ngawang Namgyel e no fim de uma estadia de quase oito meses escreveu uma longa carta do Mosteiro Chagri relatando as suas viagens.

Este é o único relato deste Shabdrung que resta. A partir do seu reinado estabeleceu-se um sistema político e religioso que vigoraria até 1907, em que o poder é administrado por duas entidades, uma temporal e outra religiosa, sob a supervisão do Shabdrung.

Desde sempre que o Butão só mantinha relações com os seus vizinhos na esfera cultural do Tibete (Tibete, Ladakh e Sikkim) e com o reino de Cooch Behar na sua fronteira sul. Com a presença dos ingleses na Índia, no século XIX, e após alguns conflitos relacionados com direitos de comércio, dá-se a guerra de Duar em que o Butão perdeu uma faixa de terra fértil ao longo da sua fronteira sul.

Ao mesmo tempo, o sistema político vigente enfraquecia por a influência dos governadores regionais se tornar cada vez mais poderosa. O país corria o risco de se dividir novamente em feudos.

Um desses governadores, o "Penlop" de Tongsa, Ugyen Wangchuck, que já controlava o Butão central e oriental, conseguiria dominar os seus opositores de Thimbu e, assim, implantar a sua influência sobre todo o país. Em 1907 seria coroado rei do Butão, após consultas ao clero, à aristocracia e ao povo, e com a aliança dos ingleses. Foi assim criada a monarquia hereditária que hoje vigora.

Geografia


Mapa topográfico do Butão.


O Butão é uma nação muito montanhosa, de interior, situada na Ásia. Os picos do norte atingem mais de 7.000 m de altitude, e o ponto mais elevado é o Gangkhar Puensum, com 7.570 m, que nunca foi escalado. A parte sul do país tem menor altitude e contém vários vales férteis densamente florestados, que escoam para o rio Bramaputra, na Índia.

A maioria da população vive nas terras altas centrais. A maior cidade do país, a capital Thimphu (população de 50.000 habitantes), situa-se na parte ocidental destas terras altas. O clima varia de tropical no sul a um clima de invernos frescos e verões quentes nos vales centrais, com invernos severos e verões frescos nos Himalaias.

Demografia

  • A comunidade monástica, a liderança da qual veio da nobreza;
  • Os empregados civis leigos, que dirigiam o aparato governamental e
  • Os agricultores, a maior classe, que vivia em aldeias autossuficientes.

Política

O Butão e a Tailândia são os últimos reinos budistas do mundo.

Símbolos nacionais


O Vale Haa, na província de Haa.


A bandeira nacional está dividida diagonalmente desde a esquina inferior esquerda até à esquina superior direita, formando assim dois triângulos. O superior amarelo e o inferior cor-de-laranja. Ao centro está um dragão branco olhando para o exterior da bandeira. O dragão apresentado na bandeira, Druk o dragão do trono, representa o nome do Butão em tibetaniano, que é "A Terra do Dragão" (Druk Yul). O dragão possuí joias nas suas garras que representam a abundância. O amarelo por sua vez representa a monarquia secular e o laranja a religião budista.


 
Subdivisões



Distritos do Butão.
  1. Bumthang
  2. Chukha
  3. Dagana
  4. Gasa
  5. Haa
  6. Lhuntse
  7. Mongar
  8. Paro
  9. Pemagatshel
  10. Punakha
  1. Samdrup Jongkhar
  2. Samtse
  3. Sarpang
  4. Thimpu
  5. Trashigang
  6. Trashiyangste
  7. Trongsa
  8. Tsirang
  9. Wangdue Phodrang
  10. Zhemgang


Economia

Em 2004, o Butão foi o primeiro país do mundo a banir o fumo e a venda de tabaco.

Cultura


O estádio Changlimithang durante uma apresentação.


A cultura do Butão já foi definida como sendo, simultaneamente, patriarcal e matriarcal e o membro que detém a maior estima é considerado o chefe da família. O Butão também já foi descrito como tendo um regime feudal e caracterizado pela ausência de uma forte estratificação social.
Nos tempos pré-modernos existiram três grandes classes:
  • A comunidade monástica, a liderança da qual veio a nobreza;
  • Os empregados civis leigos, que dirigiam o aparato governamental;
  • E os agricultores, a maior classe, que vivia em aldeias autossuficientes.



Foi neste pequeno país budista e o primeiro e único país do mundo que aboliu a venda e consumo de tabaco, que esta história se passou, como foi referido através da imprensa internacional:


Monge arrisca cinco anos de prisão por quebrar lei anti-tabagista


O monge budista foi o primeiro apanhado a quebrar a estrita lei anti-tabagista do Butão e enfrenta agora uma pena de cinco anos de prisão. Este foi o primeiro caso detectado no país, desde que a lei que entrou em vigor em Janeiro. O Butão situado nos Himalaias, entre a China e a Índia, pretende tornar-se na primeira nação sem tabaco.

 O monge budista é acusado de consumo e contrabando de tabaco, após terem sido encontrados 72 pacotes de tabaco de mascar, dos quais não tinha recibo. De acordo com a lei do Butão, os fumadores só podem importar 200 cigarros ou 150 gramas de outros produtos de tabaco por mês, dos quais têm que apresentar recibo, quando abordados pela polícia.

O jovem, de 24 anos, alega que adquiriu na fronteira da Índia para uso pessoal, mas que desconhecia a nova lei, de acordo com a Reuters.

Aos olhos dos butaneses, o acto de fumar é considerado mau karma e, como tal, não existe tabaco à venda desde 2005.

Fumar em privado não é ilegal, mas a nova lei prevê que os polícias possam entrar nas casas e pedir recibo, caso lhes cheire a tabaco. Quem não provar que os cigarros são importados ou for apanhado a vender ou comprar tabaco no comércio local, enfrenta cinco anos de prisão.

A venda ilegal de cigarros, outrora a maior fonte de rendimento para o comércio mais pequeno, é agora quase inexistente. Os comerciantes afirmam que é muito difícil esconder tabaco dos cães pisteiros, usados desde 2005.




Quando o vicío aperta, não escolhe pessoas, nem religiões.


FLORA FANTASIA


Quando a Flora Fantasia
fui visitar,
muita gente por lá havia
e todos para mim a olhar

Talvez por ser um estrangeiro especial
com seu sorriso e chapéu à maneira,
souberam que era de Portugal
e me deram tratamento de primeira

 Simpático é o povo tailandês,
que  por nós tem admiração,
é como o povo português
com amor no coração