o mar do poeta

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domingo, maio 31

ENLACE MATRIMONIAL






















Realizou-se hoje, sia 31 de Maio de 2009, o enlace matrimonial de uma sobrinha do articulista.
A cerimónia teve lugar na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Macau.
O articulista, embora se encontre hospitalizado, teve permissão para estar presente, podendo desta forma levar a sobrinha ao altar.
Aos noivos desejo as maiores venturas.







sábado, maio 30

O ARTICULISTA HOSPITALIZADO






































DIA 26 BAIXOU AO HOSPITAL CONDE DE S. JANÚARIO, EM MACAU, TENDO SIDO OPERADO NO DIA 27 PELAS 09.00 HORAS.


HOJE DIA 30 TIROU DOIS DE FOLGA PARA ASSISTIR AO MATRIMÓNIO DE UMA SOBRINA, REGRESSANDO AO HOSPITAL NA MANHÀ DO DIA 2, ONDE FICARÁ AINDA HOSPITALIZADO POR MAIS UMA A DUAS SEMANAS.


A RECUPERAÇÀO LEVARÁ CERCA DE DOIS MESES.


HOJE, E COM ALGUMA DIFICULDADE, USANDO A MÀO ESQUERDA, AQUI ESTOU DANDO NOTÍCIAS E AGRADECENDO A TODOS QUE TIVERAM A GENTILEZA DE TELEFONAR A MINHA ESPOSA INDAGANDO DO MEU ESTADO DE SAÚDE, A ESSES SINCEROS AMIGOS O MEU MUITO OBRIGADO PELO CARINHO E AMIZADE DEMONSTRADA.









segunda-feira, maio 25

PENANG DE NOVO

Penang ou Palau Pinang é o nome de uma ilha situada no estreito de Malaca, localizando-se a noroeste da costa do continente malaio, conhecida também como a Pérola do Oriente, e cuja capital é a cidade de George Town.

Esta ilha é igualmente um estado da federação malaia e seus habitantes são chamados de penanguistas.

O grande almirante chinês, Zeng He, que exerceu o seu mister no xv durante a dinastia Ming, já fazia referência, em seus mapas de navegação, a esta ilha, à qual lhe dava o nome Pulau Ka-satu, ou seja a primeira ilha, mas como esta era imensamente arborizada e onde abundavam as árvores Areca Catechu Linnaeus, uma espécie de palmeira que dá um fruto, chamado pelos portugueses de antão, como sendo Junça avelanada, em inglês Betel nuts, passou a ser conhecida por Penang.

Tem uma área de 293 kms quadrados, o seu clima é equatorial durante todo o ano, quente e muito solarengo com chuvas intensas durante a época das monções que vão de Abril a Setembro.

Tem 2 031 habitantes por km. quadrado, o que lhe dá o estatuto de ser o local com maior densidade populacional de toda a Malasia.

Este pequeno estado da federação Malaia é o unico estado federativo onde a maiora de seus habitantes são de origem chinesa com 43,2% seguindo-lhes os malaios com 40,1%, indianos com 9,9%, bumiputra com 0.38% e os restantes não bumiputra com 0.1%.

São várias as linguas faladas nesta ilha estado, tudo depende da sua classe social e de seu circulo social e das etnias, são faladas as linguas Inglesa, Penang Hokkien, Malaio, Chinês Mandarim e o dialecto chinês cantonense.
Tem uma história riquissima, origináriamente fazia parte do sultanato de Kedah na Malásia, foi dada à Companhia das Indias Orientais no ano de 1786, pelo Sultão de Kedah, em troca da protecção militar inglesa, afim de expulsarem os invasores Siamenes, hoje actual Tailandia, e os Birmaneses que havia ocupado esta ilha. No dia 11 de Agosto do ano de 1786 desembarca nesta ilha o Capitão Francis Ligth, também conhecido como o fundador de Penang e a rebabptizou como sendo a Ilha do Prince de Wales, em honenagem ao trono inglês.

Porém este capitão acedeu dar protecção ao Sultão sem consentimento da Companhia das Indias, como tal tendo falhado a protecção a Kedah que foi atacada pelas tropas do Sião, o Sultão no ano de 1790 quis reaver a ilha, mas sem sucesso, sendo este obrigado a ceder a ilha à Companhia das Indias e ainda a pagar a quantia de 6 000 de moedas espanholas por ano, passando mais tarde esse tributo a ser de 10 000.

No ano de 1826 Penang, Malaca e Singapura passaram a fazer parte do estado do estreito controlado pela adminstração britanica sitiada na India, passando a ser considera colónia em 1867. Em 1946 passou a fazer parte da União Malasiana e em 1948 a fazer parte da Federação da Malásia a qual conseguiu a sua independencia em 1957 e passando a ser conhecido como país que é hoje Malasia em 1963.

A sua moeda é o rangists cujo cambio é de 1 Euro 2.20 Rangits.

Aqui ficou esta pequena introdução sobre a Ilha de Penang, a qual desde dos finais de 1970 visito anualmente por diversos motivos. No dia 11 de Fevereiro de 2007 mais uma viagem efectuei a esta ilha, e desde que a companhia aérea de baixo custo, a Air Asia, passou a voar para lá tenho utilizado os seus serviços, o fazia até ao ano de 2000 através de comboio, saindo de Bangkok e desembarcando em Butterworth cidade que fica no continente Malaio defronte da ilha de Penang, ou então seguia de comboio até à cidade de Hat Yai no sul da Tailandia e dali apanhava uma carrinha que me levava até Penang, ou então utilizava a companhia aérea Thai Inter, mas este dois meios de transporte o primeiro era bem moroso e cansativo, pois levava 27 horas de viagem e na companhia aérea Thai Inter pagava um balordio de dinheiro, pois o preço das passagens em classe económica me ficavam por 18 800 baths ida e volta, ou sejam à volta de 376 Euros, enquanto a companhia aérea Air Asia me cobra somente a quantia de 4 mil e 48 Baths, ou sejam à volta de 81 Euros.


No periodo de um ano foram construidas novas e boas vias de acesso à cidade e em pouco mais de 20 minutos já nos encontrávamos no hotel, o City Bay View, mesmo no coração da velha cidade. O Chek In segundo o anunciado só podia ser feito a partir do meio dia, mas ao nos dirigirmos à recepção e após o prenchimento dos habituais papeis, nos foi entregue o cartão electrónico da porta do quarto, ficámos instalados no quarto 1127 no décimo primeiro andar.

Era um quarto da categoria Deluxe o qual nos ficou por 140 Rangits por diária, à volta de 60 Euros, incluindo um pequeno almoço bufett. O quarto era espaçoso e tinha todas as comodidades, desde uma cafeteira eléctrica a café e chá, podendo igualmente usuferir das suas belas piscinas e do ginásio de manutenção fisica, a vista essa era maravilhosa, dali de podia ver toda a baía de Penang e parte da cidade e lá ao longe a comprida ponte que liga a ilha ao continente.

Como nos tinha-mos levantado bem cedo e sendo domingo ali ficámos a descansar um pouco até que nos chegasse a fome e fosse-mos almoçar. A ilha de Penang é um paraíso para os amantes do bom garfo, e é conhecida também como a capital da comida da Malásia, visto lá se poder encontrar todo o tipo de comidas desde a chinesa à Nyonya, malaia, indiana, coreana, japonesa, italiana e tailândesa além da comida europeia e da comida rápida tais como KFC, Pizza Hurt e Macdonalds, todas elas a preços bem acessivies.

Acordámos eram já 15 horas na Malásia saímos então para almoçar, por ser domingo muitos dos restaurantes sitos numa das mais concorridas artérias, a Penang Road, estavam encerrados, havia sim vários abertos mas todos de comida malaia ou indiana. Foi num malaio onde entrámos, estava bem concorrido e o colorido de suas comidas nos parecia óptimo.

Embora, como já referi andar por aquelas paragens já hã mais de duas décadas, sempre encontramos novas coisas, e desda vez não foi excepção, visto que ao escolher mos a comida, primeiro o arroz o branco ou arroz de açafrão, nos foi perguntado pelo empregado o que desejavamos e lá fomos escolhendo, eu dois pedaços de carne de vaca de caril, dois figados de galinha frita bem codimentadas, um ovo de pata salgado a minha companheira preferiu o arroz de açafrão e uns pedaços de galinha de caril.

Não foi passada factura alguma, pegamos nos pratos e escolhemos uma mesa vaga, até nós veio um empregado a perfuntar o que desejamos beber, havia de tudo menos bebidas alcoólicas, escolhi um sumo de castanhas de água e a minha companheira um sumo de laranja misto com de cenoura. Depois de nos servir o empregado deixou a factura e reparei que o total da despesa era de 10.40 Rangits ou seja 4.70 Euros.

Traquilamente almoçámos, eu já transpirava por todos os póros pois a carne de vaca estava bem picante, mas estava super saborosa, bebi ainda um café depois nos dirigimos até à caixa e lá paguei a despesa.

Dali saimos para ir-mos até a um centro comercial o único na cidade, o Komtar, fomos a pé devagarinho, as ruas estavam quase desertas, alguns turistas se atreviam a passear, o sol estava escaldante, a maioria das lojas estavam encerradas. Podiam-se ver sim alguns condutores de triciclos jogando às damas, não parta passar o tempo mas sim com o intuito de ganharem algum dinheiro extra. Parei a ver um desses renhidos jogos, muitos eram os espactadores todos eles também condutores de triciclo, e foi giro, não usavam pedras branas ou as pedras, mas sim caricas de garrafas de cerveja, um usava as da marca Tigre e o outro da marca Calsberg.

Outros não jogadores dorminatavam em seus triciclos, por perto iam passando algumas moças malaias vestidas a rigor com os seus véus a lhes cobrirem os cabelos e as faces como mandam as regras, alguns malaios vindos de hotel, de terceira categoria, se cruzaram conosco, deixando o ar bem empestado, normal esse odor que eles emanam do corpo, mas para mim que não estou habituado os acho horrivies de suportar.

Chegados ao fim da rua tivémos que passar para o lado utilizando a ponte para peões, ali como já é habitual alguns mendigos pediam esmola, as árvores essas estavam repletas de corvos bem negros, o chão estava cheio de excrementos desses corvos e de outra aves, nós caminhamos junto à parede para evitar ser-mos bombardeados, e assim alcança-mos o tal centro comercial Komtar, mas este o ano passado já estava quase na falência, agora não tinha ainda encerrado as portas mas negociantes esses não havia por lá, nos dirigimos então ao prédio ao lado e lá sim o movimento era enorme.

Ali se localizava a estação principal de autocarros da cidade, autocarros velhos onde os horários nunca são cumpridos, e a sujadidade reina.

Entrámos no centro comercial Goryson e andámos procurando por algumas calças para a nossa filha mais nova, mas nada a nosso gosto encontrámos. Havia sim era um barulho que enchia todo o recinto, como estávamos quase na passagem do ano novo chinês, uma firma de automóveis resolveu ali fazer a propaganda de uma viatura, para tal contrattou um reputado cantor e o átrio estava repleto de pessoas para o ver e ouvir cantar, a viatura essa ali estava imóvel e serena e poucos eram os interessados nela.

Comprei sim um Dvd do filme Apocalypto, mas vi logo que era uma cópia embora houvesse por todo o recinto impressos de aviso que as cópias de Cds e Dvd era ilegal e as multas essa eram bem elevadas, mesmo assim comprei uma cópia, que até ao momento ainda não vi.

Ali jantamos num restaurante de comida chinesa, por sinal o dono deste estabelecimento era de Hong-Kong e com ele tive o previlégio de falar, a comida essa era óptima e o ambiente bem confortável o que deu para descansar as pernas pois cansado já andava.




Na base do prédio encontrava-se o super mercado Gigantes, ali o movimento era muito, a maioria dos clientes eram de origem chinesa e ali se estavam a abastecer de todo o tipo de produtos usados para as festivadades do ano novo lunar, tais como tangerinas, pevides de melância de cor vermelha, lais sis, que são uns pequenos envelopes vermelhos com imagens alusivas à quadra e com palavras auspiciosas.


Na foto da esquerda se pode ver um desses Lai Sis, com os caracteres aupiciosos, nste se poderá ler Nin Nin Iau Lei, o que traduzido será todos os anos estarei contigo, o da direita tem inscrito Seong Hei, ou seja dupla felecidade, segundo o zodiaco chinês o ano de 2007 tem o signo do porco. Falando sobre este signo, os correios chineses lançaram um selo no valor de 1.20 yuans com a imagem de um porco, mas este selo tem a particularidade de ter sabor a sabor, quando estive em Macau no passado mês de Janeiro me descolei à cidade de Chi Hoi na Republica popular da China e lá comprei duas folhas de 12 selos cada os quais enviei a um amigo meu no Barreiro, selos esses que deram muito que falar na Rádio Palmela, uma das locutouras lambeu o selo e a nada lhe sobe, depois segundo ela comentou, raspou um pouco da cola e então sim pode provrar o pestilento sabor a porco, tendo ficado com um amargo na boca por uma boas horas.
Mas estamos falando de Penang e seguiremos o rumo dos acontecimentos aquando da minha estada lá. Dizia eu que estáva no super mercado e lá aproveitámos para fazer algumas compras entre elas uns pacotes do tipico café branco de Penang que meu filho muito aprecia, comprei também três frascos de Nescafé Gold e que em cujas embalagens vinham adicionadas uma chavena preta com o distico de Nescafé Gold e um pires, este café na Tailândia custam o dobro do preço, aproveitamos também para comprar umas embalagens de leite com morango que uma das minhas filhas muito aprecia. Além dos cafés e do leite comprámos ainda umas garrafas de água e alguma fruta.

Dali seguimos de táxi para o hotel, não era própriamente um táxi, mas uma viatura particular, ou seja um táxi sem possuir a respectiva licença, mas tudo bem, o preço esse teve que ser regateado.

Depois de um belo e refrescante banho podemos traquilamente passar uma noite maravilhosa. No dia seguinte bem cedo nos levantámos pois teriamos que estar ás 09.00 horas na Embaixada da Tailândia afim de tomar-mos parte numa reunião relacionada com o meu antigo serviço.

Quando aguardava-mos o elevador reparei que na parte cimeira da porta do mesmo estava escrito Lit Bomba, Lift eu sabia que é elevador bomba também sabia e todos nós sabemos o que se trata, mas em Malaio Lit queria dizer também elevador e bomba é bombeiros, como saída de emergência em Malaio se escreve e lê KELUAR, não fiquei admirado pois muitas foram as vezes que à Malásia me tinha descolado já mas achei piada aos termos.

A sala onde fomos tomar o pequeno almoço era enorme e estava bem composta, havia todo o tipo de comidas, para todos os gostos, desde a comida malaia à chinesa e a europeia, até uma boa variedade de queijos havia, havia também uma outra sala e um jardim destinada aos fumadores.

Nós nos tratamos bem, eu bebi logo de entrada dois copos de sumo de laranja, depois uns cafés as comidas essas escolhi uns ovos mexidos, salsichas, fiambre, presunto e umas boas fatias de queijo, fiz uma torradas com pão de forma , manteiga e jam, repeti a dose duas vezes, a minha companheira essa escolheu arroz branco e foi recheando o prato com diversos tipos de comida, deliciando-se ao fim com uma travessa de fruta.

Eu, devido a ter bebido dois copos de sumo de laranja apeteceu-me ir à casa de banho, para tal usei as instalações sitas no átrio do hotel. Quando entrei na casa de banho reparei que a sanita era especial tinha vários botões mas não liguei lá muito, quando me levantei para buscar o papel higiénico carreguei num dos botões e para espanto meio tomei um banho da cabeça aos pés, é para dizer tomei uma benzão sanitária, mas com água limpa. Só depois reparei que a sanita tinha um tubo que poderia ser direcionado e que servia para fazer lavagem às partes baixas, resultado tive que regressar ao quarto e ali tomar um um duche e mudar de vestimentas.
Sabia que existiam sanitas destas, eu à uns anos atrás, na minha casa em Macau, tinha uma japonesa mais muito mais sostificada, e por ser tão sostificada toda ela electrónica a vendi por bom preço, agora destas assim especial tinha sido a primeira vez que tinha visto mas aprendi a lição.

Apanha-mos um táxi e lá seguimos para a Embaixada onde ficámos até à hora de almoço. O mesmo táxista no levou até à Penang Street onde nos deixou à porta do restaurante May Garden Palace, já nosso conhecido e que servem a melhor comida chiensa em toda a cidade.

Pedimos um caldo de agriões com entrecosto,entrecosto com sabor acre e doce, Kou Lou Iok, lombo de porco assado, Chá Siu, escalopes com caju e hortaliça e também Siu Iok ou seja carne de porco assada, a empregada embora fala-se o dialecto cantonense me informou que não havia Siu Iok ou seja a carne de porco assada mas somente pele de porco assada, o que me deixou preplexo e fui até à cozinha saber o que era pele de porco assada, ficando então a saber que era leitão, mas a empregada não o sabia dizer.


Tudo isto bem regado com uma cerva preta Guiness, quando a pedi a empregada me fez a pergunta normal, segundo os costumes malaios, quer a cerveja quente ou fria, como é lógico e sendo eu um alentejanissimo preferi a fria, mas quente também é saborosa o que fica é bem mais acoólica, depois bebi ainda um café a despesa essa ficou em 28 euros, mas ficámos bem satisfeitos.

Nas calmas fomos até à beira-mar e por ali ficámos no jardim do magnifico hotel Eastern & Oriental, um dos ex-libiris da cidade, que data de 1805, mas que é um luxo.

Por ali ficámos tomando a brisa marítima e comtemplando os movimento de navios que entravam no porto e os exóticos ferrys que continuamente faziam a travessia entre Penang e Butterworth, até que chegou à hora do jantar.

Atravessámos a rua e ficámos de novo na Penang Road, hoje, por ser segunda feira o movimento de pessoas e viaturas era imenso, os restaurantes esses estavam todos abertos e nós escolhemos um onde serviam uma mistura de comida malaio-indiana, estaurante este já nosso conhecido, deste longa data, e muito afamado na cidade. Quando para lá nos dirigiamos ouvi alguém chamando pelo meu nome, virei-me e então vi o meu velho amigo Rama, que em sentido me fazia a continência, este amigão é uma jóia de pessoa, é Malaio, sua profissão condutor de triciclos, mas não um condutor qualquer, é uma pessoa com formação superior que serve de guia turístico, me deu um forte abraço e contente ficou me ver de novo.
O convidei para jantar mas recusou, perto dele estava uma turista inglesa que nessecitava dos seus óptimos préstimos, mas ainda tivémos tempo para tirar umas fotos e ele me dizer se nós quizéssemos utilizar os seus serviços para lhe telefonar duas horas antes, pois tinha imenso serviço, agradeci-lhe e lhe disse que na manhã do dia seguinte o procuraria.


Este velho amigo o seu poiso preferido é à porta do Hotel Continental e foi através dele que escolhi nesta minha viagem a Penang o Hotel City Bay View e de facto ele tinha toda a razão, esta unidade hoteira tinha muito melhores condições que os outros hotéis onde tinha ficado.

O jantar esse mim foi um prato de arroz branco com dois pedaços de carne de vaca com um molho avermelhado bem picante, mas muito saboroso, nestes restaurantes não servem bebidas alcoólicas como tal tive que recorrer a uma Seven-Up, depois passámos por umas das lojas de coveniência, abertas 24 horas por dia, neste caso a famosa cadeia dos Seven Eleven, e ali fizémos algumas pequenas compras seguindo depois para o hotel.

Os empregados já me conheciam, todos eles sempre sorridentes e bem amáveis e prestáveis cativam a simpatia de todos os hóspedes.

Entretevi-me a ler as notícias que vinha no diário The Sun, que o hotel colocava por debaixo da porta todas as manhãs por volta das 06.00 horas. Ficando a par das novidades da cidade do pais e do mundo liguei a televisão, fazendo uma buscas pelos canais escolhi o canal 8 que estava dando o noticiário em lingua cantonense, mas pouco a pouco me fui apercebendo que eles transmitiam as notícias em várias línguas, desde o inglês passando pelo mandarim até ao malaio, porém só esta última eu não donimo, mas dava para entender.

Sem se ouvirem os pregões apelando aos muslins para orarem, pois os autofalentes esses ficavam ainda distantes deste hotel, podiamos passar a noite tranquilamente e também acordar um pouco mais tarde sem ser-mos despertados pelas orações como acontecia nos anos anteriores.

Na manhã seguinte fomos percorrer a parte chinesa da cidade, e cada vez que percorro essas ruas me recordo nos anos 60 em Macau onde o casario era quase idêntico em certas partes da cidade.

Porém, na cidade de Penang esse casario está na sua grande maioria em estado de conservação que deixa muito a desejar. Os chineses residem no primeiro andar e o rés do chão exercem o seu comércio. Os esgotos são ao ar livre as valas essas muitas delas nem cobertas tem. Todas as ruas tem arcadas mas o espaço destinado aos peões é ocupado pelas mercadorias o que leva aos peões a terem que circular pelas ruas bem movimentas, mas enfim!...


Entrámos no mercado sito na Penang Road afim de comprar daquelas toucas que os muslins usam, mas encontrei somente os tais véus que as senhoras muslins usam e comprei um, o vendedor me indicou onde encontrar as tais tocas. Saimos por uma porta lateral do mercado sem passar pela praça do peixe cujo cheiro era bastante acentuado. Percorremos a Julia Jaban ou seja a rua Julia e fomos apreciando as mercadorias expostas. Fartámo-nos de andar e fomos dar a Little India, onde ai o comércio era bem diferente e onde havia imensos cambistas. Entrei num restaurante indiano, não para almoçar mas sim, para comprar uma garrafa de água pois ia já ressequido de tanto calor.


Cansado estava já e não me apetecia ir até à marginal, pois que além da torre do relógio nada havia que me interessa-se ver como tal apanhámos um autocarro que nos levou até à paragem do Komtar, pagámos 0.70 céntimos pela viagem, por passageiro, este autocarro possuia ar condicionado a limpeza essa e o modo de condução era assim já.

No Komtar almoçamos no KFC não fizémos compras pois tinha-mos que ir de novo à embaixada onde assistiria-mos à reunião sobre o mesmo tema do dia seguinte e que nessa tarde com a presença de alto dignatário do governo Malaio se daria por encerrada. De novo fomos num daquelas táxis sem licença, o preço esse ficou mais barato dois ranguites, e a viatura era moderna e o condutor uma pessoa bem gentil e simpática.

Regressámos ao Komtar já ao cair da tarde e aí então fizémos algumas compras de roupas, fomos depois jantar a um restaurante francês que ficava no hotel Continental, onde serviam uma óptima comida porém um pouco mais cara, ai podemos encher bem a barriga pois o menu esse era bem completo, havendo vários tipos de menus onde incluiam tudo desde as entradas até às sobremesas, a preço acessivel.

Depois do jantar e perto nos encontrado-nos do nosso hotel calmamente para lá nos dirigimos. Não fomos directamente para o quarto mas sim para o 16 andar onde havia um restaurante bar rotativo podendo-se dali ter uma vista panorâmica de quase toda a cidade e ao mesmo tempo que se bebia um café gelado se podia ouvir as belas melodias que uma banda e seus cantores iam interpretanto, era quase meia noite quando resolvemos ir para o quarto, onde uma vez mais passámos uma noite super tranquila.

No dia seguinte à tarde regressariamos a Bangkok, e como tal bem cedo nos levantámos pois a minha companheira queria passar pelo mercado e comprar agriões e o tal lombo de porco assado, que nossas filhas adoram, quando estiveram uma vez conosco em Penang o comeram e adoraram e agora nos pediam para levar algum.

O mercado de rua era uma barburdia infernal com motos, bicicletas e até viaturas a circularem por entre as tendas e os peões. Ali encontrámos o que desejavamos e nos abastecemos tendo eu também comprado várias toucas muslins e minha companheira como nasceu sob o signo do porco quis comprar uma replica bem gira assim como um outro da cabra, pois segundo o que consta dos livros budistas para lhe dar sorte teria que juntar as duas peças, estas em porcela, para que essa sorte fosse mais eficiente.

Numa das lojas junto ao mercado vendiam muita coisa chinesa entre elas um tipo de cilindro com alguns inscrições, cilindros este originais do Tibete, e segundo também os livros conforme o tipo de pessoa e seu negócio lhes traria protecção, os havia desde de um circulo ou seja um olho até aos nove, número este auspicioso para os tailandeses, lá comprou dois, um de um olho e outro de nove.
Mas não se ficou por aqui, pois quis comprar também dois leões, não dos de Alvalade, mas sim uns leões especiais que tem a cauda unida às pernas, e tem a boca aberta, leões estes em pedra acizentada, e segundo os bonzos budistas, para quem é negociante, o que é era o caso, lhe dariam fortuna, quando colocados em altares em casa, dizem que os mesmos tem a particularidade de chamar até si compradores e o dinheiro dispendido por eles ficava bem seguro visto que os leões os comeriam mas não os soltariam por terem o rabo fechado, chinezises, que eu respeito mas não sigo.

Voltámos depois ao hotel para embalar as coisas e fazer-mos o chek-out, embora faltasse muito tempo até ao meio dia, mas iriamos ainda até ao Pagode de Kek Lek Si que ficava bem distante da cidade. Feito o chek-out deixámos as bagagens depositadas no hotel e seguimos para Penang Road afim de ali apanhar-mos o autocarro as carreira 21 ou 26 nos serviam, esta última era servida por autocarros com ar condicionado, o que viesse primeiro seria naquele que seguiria-mos, passado pouco de estar-mos na paragem veio o autocarro 21 e nele seguimos pagámos 1.40 Rangits por pessoa.
O autocarro era velho e barulhento, podia um tipo de ar condicionado que refrescava o interior do mesmo, por sorte os assentos até era confortáveis, seguimos para o Komtar ali ficou cerca de 20 minutos aguardando passageiros, era quase meio dia quando chegámos ao destino. Os comerciantes estavam a recolher as mercadorias para sacos






Os comerciantes estavam a recolher as mercadorias para sacos, visto só estarem autorizados a vender os seus produtos até ao meio dia, por sorte encontrámos o vendedor, nosso conhecido, e fizémos as compras, algumas calças para as miudas, o material era bom e o preço esse também era óptimo. Depois comprámos um cadeado pois o saco que tinha-mos trazido não possuia e nós o iriamos enviar como bagagem no avião e para isso teria que ir fechado.

O nosso vôo estava marcado para sair-mos de Penang às 17.25 horas e tinha-mos que nos apressar um pouco visto ter-mos de regressar ao hotel e embalar ainda as coisas como devia ser, e aeroporto ficava ainda bem longe do hotel.

Mas tivémos ainda tempo de ir comprar uns saborosos bolos na loja Seng Heng, esta pastelaria já nossa bem conhecida nos fornecia as suas especialidades acabadinhas de sair do forno, lá comprámos quatro caixas deles de vários sabores e paladares. Tirei ainda umas fotos ao mosteiro de Kek Lek Si, o mosteiro dos 10 000 Budas, que nós o ano transacto tinha-mos percorrido de ponta a ponta, mas desta vez o não poderiamos fazer por falta de tempo, mas quem visitar Penang é um local a não perder, tal como o Templo das cobras que fica junto a auto estrada que dá para aeroporto.
Apanhá-mos de novo o autocarro 21 e seguimos para a cidade, este autocarro era ainda mais velho as portas eram envidraçadas e quando abriam ou fechavam batiam violentamente mas os vidros esses deviam ser especiais que não se partiam, o chão do autocarro esteva repleto de bilhetes velhos, parava em todo o lado e ali ficava tempo sem fim e eu olhava o relógio apreensivo.

Deu uma enorme volta e como eram horas dos alunos sairem da escola o condutor do autocarro uma pessoa já de certa idade ali ficava junto à entrada dos portões da escola aguardando por passageiros mas eram raros os alunos que utilizavam estes velhos e barulhentos autocarros pois as escolas possuem autocarros própios.

Eram quase 15 horas quando desembarcamos numa rua lateral à Penang Road e dali seguimos a pé até ao hotel, onde recolhemos as bagagens e torna-mos a emalar tudo de novo. Tinha falado dias antes com um condutor de táxi meu amigo para ele nos vir buscar ao hotel à 15.30 horas e pontualmente ele apareceu e nos levou até ao aeroporto pela quantia de 30 Rangits.

Passava pouco das 16.00 horas quando chegámos ao aeroporto, mas já havia duas enormes bichas para fazer o chek-in e ali aguardámos ainda algum tempo, os empregados que faziam o chek-in não tinham pressa, mas por fim chegou a nossa vez e lá ficámos despachados.

Seguimos para o interior do aeroporto onde existia apenas um corredor para o embarque e desembarque, a nossa porta de embarque seria 9 A mas essa não existia mas sim a 9, num restuarnte junto a essa porta nos sentamos e eu bebi um café e preenchi os impressos dos serviços de migração tailandeses. O vôo foi anunciado havia um atraso de duas horas e por ali ficámos esperando, a porta 9 A não era mais que umas escadas que davam ligação para a pista do aeroporto, ai havia já dezenas de pessoas aguardando, mas eu nem liguei a isso, embora não houvesse lugares marcados haveria lugares para nós dois.

Fui ainda à sala de fumo queimar um pivante, mas nem era preciso gastar um cigarro, não havendo extractores de ar o fumo esse era como um enorme nevoeiro, entrei e sai e fui acabar de queimar o pivante para uma das casas de banhos.

O avião por fim chegou e uma simpática funcionária da Air Asia me deu o previlégio de embarcar primeiro o que lhe fiquei grato, lá descemos as escadas e depois percorrewndo um curto espaço na áera do aeroporto embarcámos no avião tenho podido escolher os lugares onde nos sentar-mos, escolhemos os assentos 5 e eu fiquei junto à janela.

Ao lado de minha esposa ficou um japonês que embora fala-se mal o inglês emtabulou conversa comigo. Tive que trocar de lugar com a minha esposa pois fazia muito frio, mas este não vinha do ar condicionado do avião mas sim da janela que era de plástico e o vento vindo de fora por ela entrava.

O avião era um Boeing 737-300, comprado a algum país da america latina pois as indicações e os avisos estavam ainda escritos em espanhol, a viagem essa decorreu na perfeição.




Chegados a Bangkok e após ter-mos passado pelos serviços de migração e recebido as bagagens, saimos do edifico afim de apanhar-mos um táxi, mas a paragem desses ficava no piso inferior, não chegamos a ir até lá pois fomos abordados por várias pessoas oferecendo os seus serviços de limusines, o preço esse era 900 baths e nós declina-mos as ofertas, ms tanto insestiram que baixaram o preço até 500 baths quie aceitei a oferta, a viatura a utilizar seria uma Mercedez -Benz último modelo, mas não estava autorizado a fazer transportes de passageiro, era mais uma forma de o proprietário do mesmo fazer mais algum dinheiro.

Tanto o condutor como a sua ajudante eram pessoas finas e muito simpáticas, talvez estivessem a passar um mau momento financeiro, mas se podia ver que eram pessoas cultas e ricas.

Foi deste modo que seguimos até a casa no bairro de Lá Ni Há 5, perto da avenida Lat Prao.

Terminava assim mais uma viagem por terras do famoso tigre da Malásia e penso que esta terá sido a última vez à cidade de Penang, talvez a próxima viagem seja até à capital Kuala Lumpur e depois dali até Malaca onde ainda se fala o português e onde tenho alguns amigos, ou talvez porque não passar uns dias em beleza numa das exóticas a calmas praias.










































PENANG E BANGKOK EM 2005

No dia 10 de Setembro, uma vez mais segui até Bangkok, e lá poderia ficar até ao dia 8 de Dezembro de 2005, mas devido a sentir-me mal do coração, arritmia, resolvi regressar a Macau no dia 18 do mesmo mês e ali ir a consulta de cardiologia , visto andar a ser medicado e acompanhado pelo médico de lá o Senhor Dr. Lima.

Como nada de grave se passava comigo e após uns dias passados em Macau regressei de novo a Bangkok no dia 8 de Outubro, aproveitando o visto ainda estar válido podendo assim lá permanecer até ao dia 5 de Janeiro de 2006, porém a minha esposa no dia 7 de Novembro telefonou-me informando que teria que regressar a Macau.
Para cumprir as formalidades pedidas lá me desloquei a Macau no dia 9 de Novembro, e ficando com o visto terminado. Por Macau fiquei uns dias, podendo assim festejar o segundo aniversário de minha nétinha, que ocorreu no dia 11.

O tempo em Macau começava a arrefecer e como anualmente o faço, para fugir do frio, de novo regressei a Bangkok, foi no dia 16 de Novembro, porém não sendo possuidor de visto classe O foi-me concedido 30 dias de permanência, prazo este que terminaria no dia 15 de Dezembro de 2005, pratica normal para quem é possuidor de passaporte português.

Desejando porém permanecer por mais alguns meses e antes que terminasse o visto resolvi ir até Penang na Malásia e ali junto da Embaixada da Tailândia solicitar um outro visto classe O válido para um ano o que daria a regalia de permancer na Tailândia por periodos de 3 meses.
Através da Net fiz as marcações dos bilhetes de avião na companhia Air Asia, para o dia 29 de Novembro e bem como a reserva de hotel em Penang, acompanhar-me-ia minha companheira, e por lá ficaría-mos 4 dias, regressando a Bangkok no dia 3 de Dezembro.

Estava tudo preparado e nós já de malas aviadas quando meu filho mais novo, o Vicente, em conversação através do msn, me disse que no dia 3 de Dezembro se deslocaria a Bangkok afim de lá passar uns dias, viria acompanhado da esposa e provavelmente de minha esposa.

Pediu-me que o ajudasse a fazer a reserve do hotel para os dias 3 a 6 e assim o fiz. Depois confirmou-me que minha esposa também viria e para tal que eu fizesse a marcação da passagem aérea e reserve-se mais um quarto, tudo isto no dia 28 de Novembro vesperas da minha saída para Penang, felizmente que consegui a devido tempo comprar o bilhete de avião e fazer a reserva de mais um quarto.

Esclareci a meu filho as formalidades a ter aquando da chegada a Bangkok e informei-o que lá estarei a espera deles e ao sair iria encontrar uma senhora que empunharia um letreiro com o seu nome, eu estaria junto dela e dali seguiria-mos numa limosine para o hotel. Disse ainda se em caso de haver qualquer contratempo para ele contactar comigo via telefone.

Eu e minha companheira pelas 04.00 horas, do dia 29 de Novembro já estávamos de pé, pois o nosso vôo para Penang era as 07.20 horas e após tomar-mos o pequeno almoço telefona-mos para um táxi afim de nos levar para a aeroporto, pois ainda distava uns bons quilómetros da nossa casa.

O vôo decorreu da melhor forma, embora a Air Asia, compnahia de baixo custo nada ter para oferecer, mas o vôo também era curto uma hora e quarenta minutos e rápidamente esse tempo passou.

Levava comigo uns dois mil Rangits, moeda da Malasia que tinha cambiado no aeroporto no que respeitava a dinheiro estava bem servido e em caso de emergència poderia usar os meus cartões de crédito ou levantar na caixa através do ATM algum dinheiro.Devido a diferença horária chegámos a Penang eram 10.30 horas.

Chegados a Penang e não havendo autocarros que nos pode-se levar até a cidade tivémos que comprar um bilhete para poder-mos usuferir dos serviços das viaturas do aeroporto, custou ainda 38 Rangits ou sejam cerca de 7.50 euros.

Como os serviços na Embaixada da Tailândia só encerravam as 12.00 horas resolve-mos por lá passar e solicitar o visto, para tal ia munido já de duas fotografias e levava igualmente fotocópias das certidões de nascimento de minhas três filhas.

Chegados lá preenchi o respectivo impresso e paguei a quantia de 500 Rangits, 120 Euros e fuqei de lá voltar no dia seguinte a tarde afim de recolher o passaporte.

Dali segui-mos apanha-mos um táxi, e ao deizer ao condutor para nos levar para o Grand Continental Hotel ele indagou qual deles pois havia dois com o mesmo nome, disse-lhe Hotel Continental e para lá seguimos, mas eu estava na duvida pois tinha feito a marcação no Grand Continental.

Na recepção do hotel entreguei a reserva e de facto era aquele hotel o Continental e não o Grand Hotel, nada disse pois aquela zona, da Penang Road era já por nós conhecida, pois tinha-mos ficado em vários hoteis ali bem perto.

O nosso quarto ficava no 16 andar era um quarto Delux e de lá tinha-mos uma vista quase total de George Town, o preço esse era aceitável, 138 Rangits, cerca de 28 euros incluindo o pequeno alomoço bufett.





Depois de ter-mos deixamos as malas no quarto e tomado um refrescante banho fomos almoçar num restaurante chinês, já nosso conhecido, que ficava do outro lado da rua, quase defronte do hotel, ali pode’mos saborar comida ao nosso gosto.

Regressámos ao hotel onde ficámos a descansar até a hora de jantar, eram por volta das 18.30 horas quando saímos e percorremos a pé a Penang Road em direção ao Komtar, um famoso centro comercial, aliás era, no ano passado já dava mostras que iria encerrar, muitas das lojas já tinham fechado, o supermercado tinha já muitas das parteleiras vazias, mas desta vez o fomos encontrar quase totalemnte vazio, mas defronte um novo e moderno centro se ergueu, onde de tudo se pode encontrar, nas proximidades fica a estação de autocarros e dali podesse escolher a rota e viajar por toda a ilha de Penang.











Já na Malasia falei com ele e com minha esposa dizendo- lhes que tudo estava bem e que lá estaria a espera deles, eu sairia de Penang no dia 3 no vôo das 10.20 horas e chegaria a Bangkok por volta das 11.20 horas, não seguiria para casa e ali ficava a a guardar o seu desembarque que seria as 16.00 horas.

Num dos muitos restaurantes jantamos e fizemos algumas compras regressando ao hotel de riquexó, que é nada mais que um triciclo, mas este bem diferente dos de Macau pois os passageiros vão sentados na parte frontal do mesmo.



Já no hotel entreti’me a ver televisão e a ler o jornal local ficando assim a saber as mais recentes notícias que ocorreram na urbe, depois sim dormi óptimamente e bem cedo me levantei, pois as 05.00 horas fui acordado pela oração da manhã, que é transmitida por toda a cidade através autofalantes. Após tratar da higiene pessoal segui para o segundo andar onde era servido o pequeno almoço, minha companheira essa ficou ainda a descansar e mais tarde veio fazer-me conpanhia.

O comércio abre tarde, por volta das 10.00 horas e foi por essa altura que saimos do hotel percorrendo várias antigas artérias cheias de arcadas, mas tivémos que circular na rua pois as mesmas eram usadas como depositos das lojas ali existentes, tivémos que andar com muito cuidado pois o trafégo era muito e as valetas das ruas eram ao ar livre sem cobertura alguma.

Pode-mos ver imensos turistas tomando o seu pequeno almoço nas esplanadas de hoteis de quinta classe, cujo aspecto já em si era bem precário, mas cujo preço, por certo seria bem barato.

Já na Beach Street e defronte do posto do bombeiros ficava a loja S.M. Badjenid, onde se pode comprar todo o tipo de perfumes, loja esta já por frequentada e uma vez ali nos fomos abastecer de mais alguns perfumes. Minha companheira escolheu alguns fracos de sua preferência entre eles Opium, para mim comprei Paco Rabane, Polo, Aramis entre outros e para ofertar a minha esposa comprei Chanel 5 e Chanel 19 e também Opium e outros mais, cada frasquinho custava entre 12 e 14 Rangits, já aviados toma-mos o autocarro que por um Rangit por pessoa nos levou até ao Komtar.





UMA VISTA DA PARTE CENTRAL DA CIDADE DE GEOEGE TOWN. CUJA ZONA É TOTALMENTE CHINESA













Os autocarros e os minis autocarros que percorrem as artérias da cidade deixam muito a desejar, além de ser velhos e sujos suas janelas nem todas se fecham e quando chove escusado será dizer que se leva uma molha, tem ainda uma particularidade pode-se fumar, o que torna ainda mais incomodativa a viagem principalmente para aqueles que não fumam e para até para mim que sou fumador, pois a maioria do tabaco consumido na Malásia é composto por cravinho da india , cujo cheiro é bem forte e dificil de aguentar para quem não está habituado aqueles cheiros fortes.

No Komtar a minha companheira andou a procura de produtos de beleza, pincéis, encontrou-os na loja Body Shop mas o preço esse era bem elevado, tivemos que percorrer quase todos os andares até conseguir-mos encontrar o que desejava-mos a pre;o acessivel.

Por ali almoça-mos indo depois até a embaixada onde recolhi o passaporte, tendo verificado que me tinha sido concedido um visto para um ano tal como tinha solicitado.

O táxi que nos tinha levado até lá ficou aguardando que eu recolhe-se o passaporte de volta nos levou até ao hotel, onde ficamos a descansar até a hora de jantar.

Saimos e fomos percorrer a parte chinesa da cidade, parte história da mesma, mas cujos edificios estão velhos e mal conservados. O único mercado existente naquela parte da cidade de George Town é fraco e muito sujo, andando por aquelas artérias e como já referi sempre transitando pelo meio da rua, pois as arcadas essas são usadas pelos comerciantes, fomos dar a marginal, mas desta vez não apanha-mos o barco que nos levaria at]e a outra margem ou seja o continente, cuja cidade mais próxima se chama Butterwort.

TEMPLO BUDISTA EM ESTILO BIRMANÊS


Nas ruas muitos idosos estendem a mão pedindo esmola, pagodes chineses esses existem muitos tal como imensas mesquitas arabes que de quando em quando de seus autofalantes saem orações dedicadas a Alá.
Esta ilha de Penang é super crosmopolita, bem como toda a Malásia em que vivem em harmonia e respeitanto a outras religiões, nela vivem Chineses, Malaios, Indianos e outras raças por isso os media tem que produzir material para satisfazer todos eles.




IGREJA CATÓLICA




















MESQUITA






TEMPLO HINDU





















Jantámos algues na zona portuária uma mistura de comida Malaia e Indiana depois e nas calmas, a pé regressa -mos ao hotel.





No dia seguinte ou seja o terceiro passado naquela ilha apanha-mos um autocarro e fomos visitor o Snake Temple, ou seja o tempo das cobras, ficava ainda bem longe da cidade, quase perto do aeroporto. Quando indaguei junto do condutor se iria até aquele templo disse-me que sim, porém já quase perto do destino nos mandou sair, ele também saiu e nos levou a atracessar a rua e ali quando outro autocarro veio o mandou parar e falou com o codutor, nos subimos para esse autocarro que nos levaria ao templo das cobras, para isso nada mais pagámos.

Eu já tinha estado naquele templo fazia já 25 anos e como não gostou nada de répteis fiquei junto a umas lojas onde vendiam recordações e ali comprei alguns postais enquanto minha compnaheira visitava o templo.


Disse-me que havia agora somente algumas cobras mas que achou o local interessante. Fomos aguardar o autocarro numa paragem ali bem perto e só passada meia hora é que o primeiro passou, por sorte havia lugares vagos, embora muitos desconfortáveis e foi assim que viajamos cerca de uma hora até chegar-mos ao Komtar.



Ali jantámos e aproveitei para comprar umas escovas de dentes tipo rijas pois em Macau e na Tailândia é difícil encontrar, comprei nescafé do tipo gold, o meu café preferido estava em promoção e oferecia por cada embalagem em lata cilindrica dourada bem bonita comprei três embalagens pois também não podia comprar mais de três, o preço esse era menos de metade que em Macau. Fomos depois para o hotel ali num restaurante no rés do chão do mesmo mas não pertença dele podemos deliciar-mos com um jantar francês e como podem ver na foto o prato era quadrado bem grande a comida essa era deliciosa um bife acompanhadas de duas grandes gambas, o restaurante estava bem decorado e o ambiente era óptimo pena foi não terem um café expresso mas enfim em Penang não tem esse hábito paciência, fiquei por tomar mais tarde no quarto um café com um sabor fantástico e me saiu ainda mais barato.



Ao outro dia após tomar-mos o pequeno almoço fomos até ao mercado e ali compramos uns quilos de agriões para lever-mos para Bangkok e com eles fazer-mos uma bela sopa a chinesa que consiste em coser os agriões juntamente com entrecosto de porco e tamaras doces adociando-lhe um caldo de galinha e um fio de óleo e sal, sai uma sopa fantástica muito apaladada que segundo os chineses é óptima para os pulmões. Depois ainda fizémos mais algumas compras entre elas umas pulseiras de casca de tartaruga e alguns brinquedos, fomos deixar tudo no hotel e ali no restaurante francês comemos um belo almoço.

Muita coisa havia para ver na cidade, a zona das praias já era nossa conhecida e como tal decidimos ir visitar um ex-libre da cidade que é o templo Kek Lok Si, para tal indagamos junto de uma senhora que estava na paragem de autocarros, era chinesa e foi fácil manter o contacto e ser-mos informados qual o autocarro que deveriamos apanhar, por sorte ela também ia para lá e passado alguns minutos lá aparceu o autocarro 26 que nos levou até, ainda ficava distante o templo por isso pelo caminho podemos indo apreciar a paisagem cujo comercio para aquelas zona e quase totalmente explorado pelo chineses.

Antes de chegarmos ao local podemos ver lá no alto da serra o magestoso templo. O autocarro parou junto ao mercado e ali numa das muitas lojas minha companheira comprou algumas calças para as filhas e eu o jornal chinês e uns óculos de graduação de 0.65 para poder ao perto.

Atravessamos a rua e no outro mercado minha companheira esteve vendo o preço dos dióspires, achou barato e no regresso por ali passaríamos para compare-mos alguns.

Como a vinte anos atrás a entrada para o templo fazia-se por entre as milhares de lojas que ali aproveitam o grande número de turistas para ganhar a vida. Difil é a subida ainda por cima tepleta de pessoas e com os degraus já bastantes gastos, mas por fim e já bem cansados lá conseguimos atingir o templo.





Logo a entrada deparamos com um enorme lago repleto de grandes tartarugas, que para os orientais é simbolo de longetividade.

Sempre subindo visitamos imensas capelas e podemos disfrutar do vasto panorama que de lá se avista. Por todo o lado existiam lojas vendendo todo o tipo de esculturas, velas e amuletos além de muitos produtos que nada tinham a ver com a relegião. Fomos até a parte mais alta onde está implantada a maior imagem do mundo, feita em bronze da deusa Kun Ian, para tal e não havendo escadarias que dessem acesso ao local tivémos que utilizar o train para tal pagámos um rangit por viagem.

O ARTICULITA NO SEGUNDO TRECHO DA IMENSA SUBIDA.




Depois de termos acendido uma vela e tocado o sino como mandam as regras, afim de pedir proteção aos Deuses fizémos a caminhada de descida, eram já 14.00 horas e a barriga pedia algum alimento e foi numa loja já no sopé do templo que pudemos atenuar a fraqueza, um restaurante de fraca classe mas cuja comida era agradavel e barata, o mais caro foi a cerveja que pedi, mas na Malásia as bebidas alcoólicas são caras em todo o lado, 9 Rangits por lata de 330 cc.

Percorremos algumas artérias até chegar-mos ao mercado e ali então compra-mos os tais diospires e foi nessa altura que repara-mos em duas pastelarias que ficavam defronte e que confecionam um tipo de bolinhos muito afamados.



Entra-mos numa delas e pudemos ver a sua confecção e adquirindo duas caixas de qualidades diferentes, os bolos tinha saído do forno ainda a pouco tempo estavam quentinhos e tinham um aroma que fazia crecer água na boca.

Dali saimos, aguarda-mos um pouco e seguimos de autocarro para o nosso hotel e como nos era hahitual o autocarro embora fosse um mini era velho e chovia lá dentro.

Já no hotel estivemos a arrumar as malas saindo depois para fazer’mos as últimas compras não andamos muito, ficamos pela Jalan Penang a rua onde se encontrava o hotel e onde existem imensas lojas e restaurantes.

Entrámos num supermercado islâmico e ali comprámos mais uns fracos de perfume e uns sacos de viagem, de volta ao hotel paramos junto de um restaurante islâmico e ali nos fornece-mos de uns bons pedaços de carne de vaca em caril, arroz e uns ovos salgados, como não era permitida venda de bebidas alcoólicas desloquei-me até ao Seven Eleven e ali adquiri uma lata de cerveja, por sinal tailandesa, a minha perferida e seguimos depois para o hotel onde janta-mos. O caril era bem picante e após umas garfadas senti um calor enorme na cabeça e e comecei a transpirar, mas mesmo assim dei conta de toda a comida, que me caiu bastante bem.

Eram seis da manhã quando nos levanta-mos, o salão do pequeno almoço abria as 07.00 horas e nós tinha-mos combinado com um taxista para no sir buscar as 08.00 horas, como tal após um banho e dar os últimos retoques nas malas descemos até ao segundo andar. Havia uma excurção de alunos de uma escola e o salão estava super cheio, mas por sorte lá conseguimos arranjar uma mesa vaga, e assim descansadamente podemos tomar o pequeno almoço que diga-se em abono da verdade não era grande coisa, embora houvesse muita coisa para comer mas nada ao meu gosto, a não ser ovos estrelados e torradas.

Após o pequeno alomoço subimos ao quarto onde chamei o criado que nos levou as malas para o salão de entrada e onde eu fiz o chek-up, pagada a conta reparei que a porta do hotel já lá se encontrava o condutor do táxi aguardando por nós.

Eram 09.00 horas quando chegámos ao aeroporto e ali fizemos o chek-in ficando depois a aguardar a entrada para o avião.

Na foto da pode-se ver o imenso corredor que serve de passagem aos passageiros que embarcam e aos que desembarcam, ficámos numa pequena mas confortável sala de espera e o avião da Air Asia que levou de volta para Bangkok.







O AVIÃO, UM BOEING 737-200, DA AIR ASIA QUE NOS LAVARIA ATÉ BANGKOK




A viagem decorreu perfeita, mas houve apenas um senão que eu reparei e fotografei, como nós ía-mos sentados nas cadeiras do lado direito, junto ao motor, pude ver que uma chapa da parte superior do mesmo tinha sido arrancada pelo vento, devido talvez a estar mal apertada o que me causou algum espanto tento até chamado um empregado, mas este informou-me que era normal aquando da aproximação ao aeroporto, pelo que lhe chamei de parvo.

Felizmente de nada de anormal aconteceu. Na foto acima inserida pode-se ver o buraco que ficou devido a tampa ter saltado.

Eram 11.30 horas quando, em segurança, o avião aterrou no movimentado aeroporto de Dun Muang em Bangkok.
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Aproveita-mos para ali almoçar-mos pois eu ficaria a espera de minha esposa e filho que chegariam as 16.00 horas.

Após o almoço minha companheira segui para casa e eu por ali fiquei fazendo tempo, vendo televisão.
Atento estava ao anúncio da chegada dos aviões e pelas 16.10 horas foi anunciado a chegada do vôo da Air Asia vindo de Macau.

Quando fiz a reserva do hotel solicitei uma limosine para nos ir buscar e por precaução fui ao encontro da senhora que nos aguardava dizendo-se lhe ali me encontrava e que aguadava agora a vinda dos restantes familiares. O tempo foi passando e nada de os ver, pensei então que eles se tivessem enganado na porta de saída, em vez de ter virado para a esquerda, o que é normal, viraram para a direita para a zona onde os grupos desembarcam e se encaminham para os autocarros. Lá encontrei a minha esposa, meu filho e nora andavam a minha procura, por fim lá nos conseguimos reunir sem contudo meu filho, bastante irritado, dizer que nunca tinha visto em nemhum aeroporto duas saídas e que nunca mais viria a este país de merda, mas enfim, depois lá acalmou.

A limusine aguadava por nós e nela entrámos, o hotel embora se situa-se no centro da cidade, a viagem foi rápida graças a ter-mos seguido pela superior, meu filho esse ia apreciando a paisagem, sua mentalidade sobre a Tailândia ia mudando.

Tivémos um chek-mos um chek-in personalizado e foi-nos dado a beber um refresco agradavél, para as senhoras foi-lhes oferecido um lindo ramo de orquideas que as deixou de boca aberta.
Como não havia quartos vagos no mesmo andar o meu filho ficou no quarto 2122 e eu e minha esposa no 1902, mas de qualquer das formas em óptimos quartos classe executiva, onde nada faltava e tinha-mos direito ainda a usuferir do ginásio, usar a sala busines onde havia vários computadores, livros e um pequeno restaurante onde podia-mos tomar o pequeno almoço mais a vontade, isto no 23 andar.

O hotel Arnorma fica situado na parte baixa da cidade mesmo no coração da cidade e perto de tudo. Meu filho e esposa era a segunda vez que vinha a Tailândia, mas da primeira, havia já anos, nada de especial tinha visto.

Agora Bangkok tem para oferecer aos turistas óptimos hoteis e magnificos centros comerciais bem como restaurantes de luxo. Os transportes esses também tem acompanhado o evluir da cidade e existe já o metro de superficie e o metro normal, além de muitos tipos de transportes para todos os gostos e bolsas.
Nessa tarde levei-os a visitar o Isatan grande centro comercial sito mesmo defronte do hotel e depois fomos ao supermercado Big C sito mesmo ao lado do hotel, onde aqui tomaram uma refeição ligeira.

A noite meu filho quis presentar-me com um jantar de comida francesa, o restaurante o C’est Bon ficava mesmo nas traseiras do nosso hotel , a ementa essa não foi lá muito do meu agrado e os preços esses os achei exorbitantes, para o nível de vida dos tailândeses, porém tivémos que aguardar por uma mesa .


Esta a refeição que eu tomei e que custou 990 baths mais as taxas de 7 mais 10%, tudo bem meu filho assim o quis e quando veio a factura pagou a quantia de 5 200 baths mou sejam 104 euros o que eu por esse dinheiro teria tido uma refeição, aliás várias refeições muitos melhores.

No dia seguinte fomos até ao MKB e ao Siam Square, onde ali nos separamos pois eles, meu filho e esposa quiseram ir almoçar a japonesa enquanto eu e minha esposa fomos almoçcar no Sizzeler.

Aqui podemos comer bem, pois além dos pratos que escolhemos podemos igualmente usar o semi bufett onde havia varios tipos de sopa, saladas, queijos, frutas, gelados e doces e por tudo isto pamos somente a quantia de 621 baths ou sejam 124,38 patacas o que dá 12.00 euros.

Nesse mesmo moderno complexo comercial pude ainda por 30 centimos de euro beber uma bica a maneira e comprar um par de calças e uma camisa.
Muito haveria para ver mas decidimos ir para o hotel descansar um pouco e mais tarde dar mais uma volta pela periferia.

A noite jantamos no supermercado Big C onde eu e minha esposa pela quntia total de 60 baths, 1,20 euros podemos jantar enquanto meu filho perferiu comer algo mais pesado num dos muitos restaurantes ali existentes, mas cujo preço é igualmente barato.

Depois de ter-mos feito algumas compras no supermecado regressámos ao hotel.
No terceiro e último dia alugeui um táxi e os levei até a Avenida Rachada onde existem vários centros comerciais e alguns supermercados de renome, foi no Robison onde entramos e ali eles tiveram oportunidade de comprar ums vistosas roupas da marca Kitty para minha nétinha e eu comprado um relógio de pulso da marca Doremon que meu filho mais velho, o Luis, muito aprecia.

Almoçamos no restaurante Daidomon, sabu sabu, comida japonesa grelhada e tambºem com tápilou, ou seja um género de fundeou. Eram 13.20 horas e ao encomendar a comida pedi uma cerveja e a empregada recusou servir-ma. Sabendo eu as leis que regem o consumo de bebidas alcóolicas mandei chamar o gerente e lhe expliquei que só a partir das 14.00 até as 17.00 é que é proibida a venda e o consumo de bebidas alcóolicas e que ficasse descansada que eu antes das 14.00 horas daria conta da garrafa de cerveja, só assim me fui servida a bebida.

O almoço foi do agrado de todos e o preço esse ficou apenas por 8,50 euros.

Como o supermercado Carrefour ficava ali mesmo ao lado para lá seguimos, não sendo lá muito do agrado de meu filho, mas quis mostrar a minha esposa o que havia por lá e para ela ficar com uma outra ideia sobre a Tailândia.

Dali seguimos para o hotel onde fomos descansar um pouco, meu filho disse que iria jantar com a esposa num restaurante japonês e que nós fossemos onde quisessemos.

Pelas 17.00 horas na compnahia de minha esposa tomamos o metro de superfície e fomos até atºe Mon Chi local que fica bem perto do mercado de fim de semana e muito afamado, Ali ficamos uns momentos vendo a extensão da cidade para aqueles lados e regressamos de metro mas com destino a Silon Road, zona comercial e de serviços, ali entramos no Centro Comercial Central percorrendo depois as ruas laterias, onde a noite é um vernesim de comerciantes e de bares onde as moças quase nuas dançam o go-go.

Foi naquela zona que a trinta e um anos atrás ficamos hospedado no Montien Hotel aquando da nossa primeira ida a Portugal, minha esposa não reconheceu o local, pois se haviam passados tantos anos.
Dali apanhamos o metro de superfície e fomos sair em Chitlom, o Rei fazia 78 anos nesse dia e junto a este Centro Comercial, bem decorado com árvores de natal e bem iluminado estava um grupo de pessoas com velas nas mãos dando graças a Deus ou ao Buda pelo aniversário do Rei, tirei ainda algumas fotos mas a sua qualidade não ficou muita boa por esse motivo não as insero aqui.

Fomos até ao sexto andar onde no restaurante Terrace minha esposa pode por fim apreciar um bom Pai Thai ou seja um prato de massa a moda tailândesa e eu comer uma tigela de massa com carne de vaca, caril a indiana, que esta mesmo bem picante e só com a juda de uma boa cerveja consegui dar conta dele. Meu filho e esposa tinham ido jantar no Isatan num restaurante japonês e segundo eles a comida era óptima.

No último dia bem cedo nos levantamos, meu filho tinha dito para não o chamar e combinados que seguiriamos para aeroporto as 14.00 horas. E u e minha esposa após ter-mos tomado o pequeno almoço alugámos a limusine do hotel e fomos até a avenida Lat Prao, zona onde eu resido, fomos visitar o hospital Vejatani onde eu costumo anualmente fazer um chek-up, minha esposa ficou encantada com o luxo do hospital e pela amabilidade de seus funcinários.

Durante o longo tragecto minha esposa ver outra parte da cidade, tendo a viatura passado bem perto da Rua Lat Prao 71 onde resido, no regresso viemos pela Avenida Ratchada e desta forma ficar ela a conhcer um pouco mais de Bangkok. O trânsito estava intenso eram quase 11.30 horas e meu filho em cuidado telefono-nos afim de saber onde nos encontrava-mos e onde iria-mos almoçar.

Era quase meio dia quando chegamos ao hotel. O almoço esse foi uma vez mais repartido, meu filho e esposa foram para Isatan e eu com a esposa para o Big C onde ali comemos um belo bife cada um, mais cerveja e água, pagando apenas o irrisório preçc de 2.60 euros.

Regressados ao hotel solcitamos a um funcinário que nos leva-se as malas para a viatura e pouco depois lá seguiamos nós para aeroporto.

Eram quase duas e meia da tarde quando lá chegamos e o balcâo da Air Asia só abriu as 14.40 horas e nesse entretanto meu filho foi aos serviços de alfandega afim de carimbar os papeis para depois, já no inteior do aeroporto receber o dinheiro das taxas pagas das compras feitas.

Fizeram o chek-in e assim poderam ficar libertos das malas, eu não, visto ter ainda comigo duas malas que tinha levado para Penang.

A minha nora deve ter ficado mal de almoço, e com alguma vergonha disse não ter já baths, então eu lhe dei uma nota de 500 baths ela queria ir comer uma tigela de massa, mas ao ver o preço perdeu o apetite e ficou-se apenas com uma sande e algumas pernas de galinha compradas no KFC.

Neste entretanto eu fui até a rua fumar um cigarro e aproveitei para telefonar a minha companheira para que as 15.30 horas me fosse buscar ao aeroporto, ela estava ali por perto, visto minha filha mais velha ter ido ao hotel Miracle Grand exprimentar a roupa que iria usar dia 8. Ela tinha acabado o curso de hospedeiras havia pouco tempo e agora iria trabalhar neste hotel até aos finais de Janeiro, altura essa em que será admitida na compnahia aérea Thai International e cujo hotel é da sua pertença.
O vôo atrasou, deveria sair as 16.20 horas mas só saiu as 17.15 horas, mas isso não ilubou que eles entrasse para o interior do aeroporto eram 15.00 horas e eu dirigi-me até a porta da saida e nem passados eram cinco minutos lá estava a minha companheira a recolher-me seguindo depois para casa .

Mais tarde saiomos para ir-mos buscar a nossa filha mais nova a escola e de seguida ir-mos jantar.
De regresso a casa ainda paramos no supermercado Lotus onde efectuamos algumas compras e tive então oportunidade de telefonar a minha esposa afim de saber como tinha decorrido a viagem, informou me que tudo correu pelo melhor, mas em Macau estava frio o termometro marcava apenas 8 graus e ao chegar a casa encontrou o elevador avariado pelo que teve que galgar os degraus até ao décimo primeiro andar, de resto tudo bem e bem contente estava com o passeio que teve em Bangkok.

Agora estou pensando em a levar, lá para Maio, até Singapura e de lá seguir-mos de comboio até Kuala Lumpur e dali de autocarro até Penang, daqui de mini van até a cidade de Hat Yat na Tailândia e dali de comboio até Bangkok, irei dar-lhe a conhecer outras zonas do pais e o regresso a Macau será feito via aérea através da Air Macau, espero que Deus me dei a saúde para poder concretizar mais este sonho.

Hoje dia 8 de Dezembro de 2005 estou festejando o 11 aniversário de minha filha mais nova e estou pensando em ir passar o fim de semana na estància balnear da Pattaya, visto segunda -feira as miudas não terem escola. Viver e belo tal relatei já num poema e como tal vai-se fazendo por isso enquando houver saúde e Deus o permitir.













































































































































































































































































































































































































































































































































































































DIA DE ÁFRICA




A Organização da Unidade Africana (OUA) foi criada a 25 de Maio de 1963 em Addis Ababa, Etiópia, por iniciativa do Imperador etíope Haile Selassie através da assinatura da sua Constituição por representantes de 32 governos de países africanos independentes. A OUA foi substituída pela União Africana a 9 de Julho de 2002.




Objectivos




Os objectivos da OUA, expressos na sua Constituição eram:




Promover a unidade e solidariedade entre os estados africanos;




Coordenar e intensificar a cooperação entre os estados africanos, no sentido de atingir uma vida melhor para os povos de África;




Defender a soberania, integridade territorial e independência dos estados africanos;




Erradicar todas as formas de colonialismo da África;




Promover a cooperação internacional, respeitando a Carta das Nações Unidas\ e a Declaração Universal dos Direitos Humanos;




Coordenar e harmonizar as políticas dos estados membros nas esferas política, diplomática, económica, educacional, cultural, da saúde, bem estar, ciência, técnica e de defesa.






Realizações da OUA




Durante quase 40 anos de existência, a OUA não conseguiu evitar os inúmeros conflitos que assolaram o continente, nem promover de forma efetiva o seu desenvolvimento. Uma das razões poderia ser o caráter consensual da organização, que nunca puniu os responsáveis por esses problemas, ao contrário da Commonwealth ou da ONU, a primeira por vezes suspendendo das suas actividades governos despóticos, a segunda decretando sanções sobre políticos ou governos.



No entanto, ao manter esse espírito de consenso e a tradição de uma presidência rotativa, decidida em cimeiras anuais regulares, a OUA conseguiu manter a imagem de unidade e de vontade de progresso que lhe granjeou sempre, por parte dos vários blocos econômicos e políticos, apoio real para a resolução de vários problemas.


Apesar de todos os países de África se terem associado à OUA a seguir à sua independência (ou a seguir à democratização da África do Sul subsiste, como questão não resolvida, que continua a ensombrar o espírito de unidade da União Africana, o estatuto do Sahara Ocidental, que foi aceito como membro da organização, o que levou Marrocos a abandoná-la em 1985.


A OUA teve um importante papel na história da descolonização de África, não só como grupo de pressão junto da comunidade inerncional, mas também fornecendo apoio direto aos movimentos de libertação, através do seu Comité Coordenador da Libertação da África.


Outro campo em que a OUA teve sucesso foi na luta contra o apartheid, tanto ao nível da ONU onde foram declaradas sanções contra os governos da África do Sul e da Rodésia, mas ainda conseguindo que aquele regime fosse internacionalmente condenado como “crime contra a Humanidade” na Conferência de Teerão de 1968.




Nos primeiros dez anos da sua existência, a OUA viu-se confrontada com uma série de conflitos sobre a delimitação de fronteiras no norte, leste e centro da África mas, graças aos seus esforços, estes conflitos foram resolvidos num verdadeiro espírito de unidade, sem interferência externa.


Na promoção da cultura africana, a OUA organizou em Agosto de 1969, em Argel, o Primeiro Festival Panafricano da Cultura e, em Outubro de 1970, em Mogadíscio, na Somália, o Primeiro Workshop de Folclore, Dança e Música Africana.


Nos campos do desenvolvimento económico e social, transportes e telecomunicações, a OAU promoveu a harmonização das políticas dos seus membros com reespeito à UNCTAD, BIRD, FMI, UNIDO e OIT. Como consequência, as suas pretensões de formas de comércio mais justas e da plena participação num novo sistema monetário internacional ganharam mais peso, apesar de não terem ainda sido atingidas. Através da OAU, os países africanos proclamaram a sua permanente soberania sobre os seus recursos naturais, tendo levado à modificação da Lei Internacional sobre os recursos da plataforma continental e águas territoriais. Em Fevereiro de 1972, realizou-se em Nairobi, no Quénia, a Primeira Feira de Negócios Panafricana.







Integração econômica de África


Na primeira e segunda conferências dos países independentes de África, realizadas em Acra, Gana, em Abril de 1958, e em Addis Ababa, Etiópia, em Junho de 1960, foram discutidos os problemas económicos desses países e chegou-se a um consenso de que a fragmentação do continente e a concentração da produção numa pequena gama de produtos primários de exportação,constituíam grandes obstáculos à diversificação das actividades económicas e à criação de mercados modernos e internationalmente competitivos. Foi, portanto, acordado que os países africanos independentes deviam promover a cooperação económica entre si.


Duas opções foram discutidas para a implementação da estratégia de integração económica em África:

a) a fórmula panafricana, que advogava a criação imediata duma organização económica continental (esta fórmula derivou em parte das idéias do líder ganense Kwame Nkrumah) e


b) a fórmula sub-regional, que defendia a implementação de acordos de cooperação entre países vizinhos que, eventualmente, poderia gerar formas de cooperação geograficamente mais alargadas.

A maioria dos países estava a favor da opção sub-regional e, neste sentido, a Comissão Econômica da ONU para a África (ECA), propôs a divisão do continente em quatro sub-regiões: oriental e austral, central, ocidental e o Norte de África.

A proposta da Comissão foi adoptada pela Conferência de Chefes de Estado e de Governo da OUA, que instou todas as nações africanas independentes a tomarem, durante a década de 1980, os passos necessários para fortalecer os arranjos económicos sub-regionais já existentes e, se necessário, estabalecer outros de modo a cobrir todo o continente e promover a coordenação e harmonização dos diferentes agrupamentos, com vista ao estabelecimento gradual duma Comunidade Económica Africana no final do século.

Várias destas organizações foram de facto implementadas, entre as quais:

a COMESA, Mercado Comum da África Oriental e Austral;

a SADC, Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral; e

a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Economic Community of West African States, com a sigla ECOWAS, em inglês ou Comunautée Economique des États de l’Afrique Ocidentale, com a sigla CDEAO, em francês).

Órgãos da OUA

Organizava-se em quatro órgãos:

A Conferência dos Chefes de Estado e de Governo, instância suprema;

O Conselho de Ministros, que prepara e executa as decisões da Conferência;

O Secretariado-Geral Administrativo; e

A Comissão de Mediação, de Conciliação e de Arbitragem.